sábado, 20 de agosto de 2011

Guerra

Nesta hora crítica, talvez a mais fatal de nossa história
envio a todos os lares do meu povo
no país e no estrangeiro
esta mensagem.

Que fala com mesma profundidade de sentimento
a cada um de vocês
como se eu pudesse entrar em suas casas
e falar-lhes pessoalmente.

Pela segunda vez na vida de muitos de nós
estamos em guerra.

Mais e mais...
e novamente...
Temos tentando encontrar uma resolução pacífica
para as diferenças entre nós e esses que são agora
nossos inimigos.

Mas isto tem sido em vão.

Fomos forçados a entrar em conflito.

Fomos chamados para desafiar um principio
que se prevalecesse,
seria fatal para qualquer ordem civilizada no mundo.

Tal principio
despojado de todo o disfarce,
é, certamente, a mera doutrina primitiva de que
o direito vem da força.

Por causa de tudo que nos é caro,
e inconcebível que no recusemos a enfrentar o desafio.

É por isso, para este proposito que chamo meu povo
em casa
e meu povo
no estrangeiro,
que façam de nossa causa, a deles.

E lhes peço que fiquem calmos, firmes e unidos,
neste tempo de provação.

A tarefa será difícil.

Pode haver dias negros pela frente,
e a guerra não pode mais ser confinada ao campo de batalha.

Mas só podemos fazer o certo, como vemos o certo,
e reverentemente
encomendar
a nossa causa
a Deus.

Se todos nós mantivermos a fé resoluta nisto,
então,
com a ajuda de Deus,
devemos prevalecer.

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